29/12/08
Houve um tempo, no passado, em que os video games eram abastecidos com jogos no formato cartucho. Um cartucho era uma espécie de chip revestido por uma camada de plástico. Super limitado, juntava poeira e dava mal contato, mas em contrapartida, era facilmente intercambiável, e à prova de crianças que gostam de destruir coisas.
Essa época foi do saudoso Atari 2600 até o Super Nintendo. Grandes games e franquias surgiram nesse lapso temporal, e justamente por isso, à parte a limitação dos games, eles deixaram saudades, e ainda hoje são muito jogados através de emuladores.
Não satisfeito com o cenário atual, onde video games next-gen são praticamente filmes em telões 1080p, Richard DaLuz criou e programou o Super Genintari, o incrível video game 4 em 1. O SG aceita cartuchos de Atari 2600, NES 8 bits, Mega Drive e Super Nintendo, tudo numa única “caixa”, com direito até a ilustração do PacMan feita com folha sulfite recortada na parte frontal: Leia mais »
15/11/08
Se lembra do saudoso NES 8 bits? Foi nele que grandes clássicos ainda hoje na ativa surgiram ou se conslidaram. Exemplo? Ninja Gaiden. As aventuras de Ryu Hayabusa faziam muito sucesso naquela época, e recentemente ressurgiram com força total em games absolutamente viciantes, no XBox. Mas mesmo com toda essa tecnologia de hoje, às vezes bate a saudade dos gráficos de 256 cores, controles limitados a dois botões de disparo, dentre outras “limitações” de vinte anos atrás.
Para saudosistas como eu, o jogo em Flash Too Many Ninjas! é um deleite. Na pele de um solitário e paraplégico ninja (acho, já que ele não sai do lugar), seu objetivo é rebater as shurikens dos outros ninjas, além de, claro, matá-los. Os gráficos old school são propositais, e o clima do game, como um todo, é muito nostálgico. Ah sim: ele é viciante também, portanto, muito cuidado antes de começar a jogar! Leia mais »
31/10/08
O Picasa, programa/site da Google para organização e tratamento de imagens, possui um jogo, o Em que local do mundo?, meio escondido super interessante. Nele, uma foto aparece do lado esquerdo da tela, e na porção direita, é mostrado um mapa do mundo. A partir da foto, você, jogador, precisa descobrir em que local do mundo a foto foi tirada. Assim que descobrir (ou decidir “chutar”), basta dar um clique no ponto do mapa.
O jogo é simples, não requer plugins e/ou recursos avançados do navegador ou do PC, e é muito divertido. Às vezes, claro, é impossível determinar o local. Fotos tiradas em ambientes internos, por exemplo, são dificílimas
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30/09/08
Acredito que a maioria dos leitores que tem mais de vinte anos se divertiu muito na infância com o joguinho Genius. Tratava-se de um jogo de memorização, onde o disco tocava uma nota, e o jogador precisava repeti-la; assim ia sucessivamente, com cada vez mais notas, o que, obviamente, deixava o jogo mais difícil.
Algum tempo atrás, a Google lançou o Chrome, um navegador parecido com o Internet Explorer. O que mais chamou a atenção, porém, foi o logotipo do Chrome, que lembra muito o antigo Genius. Veja uma comparação dos dois (imagens pegas no blog da Fabíola): Leia mais »
07/09/08
O site Neave Games traz uma coletânea de games clássicos remodelados. Tem Snake, Frogger, Tetris e Genius, além de outros. Vale a visita!
(Post curtinho porque não precisa dizer muito, e porque hoje é domingo à noite. Tá bão, né?).
02/09/08
Acha que a esmola é demais? Achou errado! Como parte da divulgação do novo Peugeot 207 (também conhecido como Peugeot 206,5), a montadora francesa lançou uma promoção curiosa: quem fizer o melhor tempo num joguinho disponível neste site, leva um 207 zerinho, na faixa.
Antes de se imaginar dirigindo o carro do leão no bico, acalme-se. Embora pareça fácil, o 207 Racer (nome do joguinho) é bem difícil. Para terem idéia, eu, com toda a minha habilidade automobilística, só consegui o 4436º lugar. Isso mesmo: na minha frente, estão quatro mil, quatrocentos e trinta e cinco motoristas. De duas, uma: ou sou pior que o Barrichelo no volante, ou tem muito nego bom de volante nesse Brasilzão. Leia mais »
01/08/08
Digitar é preciso, ainda mais no mundo em que vivemos, no qual o computador é peça-chave na maioria dos serviços intelectuais. A melhor forma de aprender a digitar é digitando, mas a tarefa de pegar um texto qualquer, e reproduzi-lo no computador, via um editor de textos qualquer, como o Word, é chata. O ideal, mesmo, é fazer um curso de digitação, presencial ou via Internet, onde há exercícios estimulantes e acompanhamento, de modo a ensinar ao aluno a maneira correta de digitar.
Fora dos bancos profissionalizantes, porém, há aplicações igualmente interessantes e, o que é mais importante, gratuitas. Na realidade, conheço dois. São sites que desafiam a digitação do visitante, e que serão apresentados logo abaixo: Leia mais »
31/07/08
Já joguei muitos games feitos em Flash, mas me lembro de poucos tão viciantes quanto o Penalty Fever, da empresa FlashFooty. No game, bem singelo, com gráficos simples e clima descontraído, o jogador escolhe um time, e aí entra num playoff, o famoso mata-mata, em busca do título do campeonato. A ação é bem direta, sem enrolação, e embora a jogabilidade seja meio apurada e complicada no começo, depois que se pega o jeito, é só alegria! Leia mais »
28/07/08
Joguinhos em Flash arrebatam jogadores de todas as idades, gêneros e gostos. Geralmente têm uma premissa simples, porém viciante, e é por isso que fazem tanto sucesso. Passarei a mostrar alguns, e caso o retorno de vocês, queridos leitores, seja positivo, continuarei com a “série”.
Vamos começar com o pé direito, ou melhor, com a mão direita (se você for destro). Moscas são chatas, tanto por incomodarem, quanto por serem difíceis de matar. Um mata-moscas é ideal, não? Antes de “ir para a guerra”, que tal treinar virtualmente? Leia mais »
25/07/08
Imagine você jogando um game que acabou de comprar, novo, legal, super sofisticado. Um Crysis, ou Assassin’s Creed. De repente, um personagem fica preso no meio de um objeto do cenário, correndo como se nada estivesse acontecendo. Ou, então, alguém cai de um prédio. Várias vezes. Pense, então, num Winning Eleven da vida. O jogador vai bater a falta, e na hora do chute, ao invés de chutar, sai deslizado, atravessando outros jogadores, placas e saindo do estádio.
Claro que essas situações não são comuns. Elas têm origem em bugs, ou glitches, nos games. São falhas de programação que acarretam estranhezas como as comentadas acima. Leia mais »